Arthur, o retorno
Depois de algum tempo sem postar nenhuma batatice do Arthur, hoje venho com um combo. Primeiro, no almoço de sábado, todos tranquilos ao redor da mesa quando meu pai fala de ir para a chácara e o Arthur responde:
- NÃÃÃO! - berrando.
Eu rebati amolando um pouco:
- Mas pare de gritar! Assim você me assusta, e daí imagina se eu me engasgo e morro?
- Nem vai fazer falta.
- É, mas, se eu morrer, o Luiz que você tato gosta não vai mais vir nos visitar.
- A gente enterra você no quintal e pronto.
Isto posto, passemos ao almoço de domingo, quando foi almoço do meu aniversário para a família, pois, apesar do Arthur não me dar grande valor, existem parentes que ainda querem participar da minha vida e me amam.
Então meu pai preparou uma costela de gado em um forno que ele mesmo fez, e é como se fosse uma estufa. A carne ficou desmanchando e maravilhosa, mas para o Arthur, nada é suficiente. Começou a comer quando eu cheguei para sentar e comer, e perguntei:
- Está gostoso?
- Domingo é sempre a mesma comida, você sabe como isso tá.
Vejam como minha vida é difícil nessa casa.
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